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análise e comentário de atualidades de política do Brasil e do mundo e assuntos gerais

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Terra Blog

Arquivo de: Julho 2007, 05

05.07.07

Seleção Brasileira

Assisti ontem à noite ao jogo, muito angusiada, e quanto mais o tempo foi passando, mais angustiada fiquei. Nossa Seleção é um conjunto de um homem só - Robinho, mais Robinho , e Robinho. E ontem ele não  tava lá muito inspirado, ou com azar, não sei. Mais tarde, em entrevista, ele afirmou estar cansado.

E por isso o jogo foi uma lástima. Como é que o Dunga vai fazer  para jogar contra a Argentina, ou o Paraguai, duas seleçõs muito fortes, não sei. É preciso erguer a mão para o céu, convocar "São Futebol" e pedir uma ajudinha.

Senão, não vai dar!

 

Pensamento do dia

Nunca prejudicarás a alguém sem prejudicar-te e nunca beneficiarás a essa ou aquela pessoa, sem beneficiar a ti mesmo.   Emanuel

Quem conta um conto, aumenta um ponto

Ilse Ellen 



Ele foi contratado por uma multinacional, para um cargo de responsabilidade, e tomada de decisões e estratégias. Augusto, homem de seus 40 anos , casado, era o símbolo do executivo de sucesso. Cursou boa faculdade, em seu currículo constavam diversos cursos de aperfeiçoamento, MBA e outros mais.
Aquele dia, ou mais especificamente aquela noite, depois de várias palestras, e homenagens, um dia estafante, aconteceu naquele grande hotel, onde estavam , uma festa de confraternização, como é comum nestes tipos de encontro.
Augusto, um paulistano, estava muito feliz por estar no Rio de Janeiro, e além disso com Ana Helena, por quem nutria uma grande admiração, e com quem conversava diariamente pelo computador. Ana Helena, também executiva, morava em Salvador, portanto, mais acostumada a viver perto do mar, trabalhava na filial da mesma empresa.
Não sei se conversavam ou seria melhor colocar namoravam ........ eram mensagens picantes pra cá e pra lá, juras de amor.
“ – Hoje finalmente vou poder estar a sós com ela!!!? - pensava o apaixonado executivo.
Tomou aquele banho caprichado, refez a barba minuciosamente, carregou no perfume, e lá foi ele pra festa.
Na festa se entreolhavam, se atiçavam, tudo muito discretamente, porque Ana Helena, também era casada. Até que dada hora um subiu para o quarto, simulando muito cansaço e sono. O outro, pouco tempo depois,também foi .
Toc, toc, toc, eram as batidas na porta, muito suaves, para que ninguém mais percebesse, além de Ana Helena , em seu quarto. Vagarosamente, a moça, ansiosa, abriu e sorrateiramente Augusto entrou.
Já se agarraram de supetão, foram beijos, apertões, abraços, e sussurros ao pé do ouvido.
Então Augusto, com muita fúria, foi logo tentando tirar a roupa da namorada. Ela lhe brecou a mão.
“ – Não, não podemos ficar aqui, tenho uma companheira de quarto, e ela deve subir já, já, também.”
“ – Para onde vamos então, no meu quarto acontece a mesma coisa, e não podemos sair do hotel, porque nossa permanência é vigiada e controlada, senão ninguém participa de nada! – exclamou ele, decepcionado.
“ – Não sei pra onde ir! Sei que devemos sair daqui já!”
E assim o fizeram, ainda agarrados no corredor do hotel, no ultimo andar. Quando surgiu a idéia de abrir aquela porta ao lado, e desesperadamente passaram por ela, ficaram ali escondidos por alguns momentos. Estavam na escada de serviços. Eram beijos na boca, no pescoço, abraços , apertos incontroláveis. O tesão era grande, de muito tempo abafado. Aquele teria que ser o momento.
Ou tudo, ou nada.
Olharam de lado e como caído do céu, notaram um colchão de casal encostado na parede.
“- Oba é aqui mesmo! Pensaram os dois ao mesmo tempo, se atirando por sobre o colchão, já estirado no chão.
Rapidamente, foram tirando a roupa um do outro, respiração acelerada. Movimentos rápidos Pressa. Ansiedade, nevosismo. Vai ser aqui mesmo.
“ – Meu amor, meu amor, que delícia........- dizia ele.
“ – Eu te amo, te adoro, não via o momento, durante o dia todo de estar junto de você – comentava ela,entre seus beijos, bem baixinho pra ninguém mais ouvir.
“ – Eu também ...... eu também...... ele respondeu. Finalmente........
Aí, chaque,chaque, chaque – lá vinha alguém do andar inferior subindo a escada . E os dois sem roupa, agarrados um ao outro. Param, se olham, profundamente, nos olhos um do outro.
“ – E agora, não vai dá tempo de vestir as roupas.......tamos perdidos......! seremos mandados despedidos!
O desespero era grande, e o tesão também. E mais uma vez outra porta providencial, bem em frente. Abriram, estava destrancada, como devia estar. Passaram por ela,com as roupas na mão, e bem de mansinho a fecharam. Tudo isso ainda agarrados um ao outro.
Estamos salvos, foi o pensamento de ambos.
Quando uma ventinho, uma brisa, um delicioso frescor, passou por eles. Olharam para frente e lá no fundo, uma grande mancha escura. Era o mar. Um pouco antes, a luz do calçadão, pessoas, carros, buzinas, alvoroço., vai e vem.
“ – Nós estamos na escada de incêndio!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Murmurou alto, Augusto. Estamos fora do prédio.” Protegidos numa escada de incêndio, aqui ninguém aparece!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
“ Que delícia!!!! - afirmou Ana, abraçando ainda mais forte seu amante, trazendo o corpo dele bem mais próximo ao seu, já deitados no chão de ferro da escada de incêndio de um grande hotel carioca.